Os vasos arrebentam-se. E de maneira interna, de forma apenas a deixar seus vestígios.
De modo que não haja dor...
E, devagar, as manchas vão aparecendo. Primeiramente tímidas e, depois, de forma mais junta e viva. Deixando bem clara a sua presença vermelha.
Começam mais tarde as olheiras e as tremedeiras continuas, o ar de constante medo e aflição.
Quando, por fim, esquece-se do conjunto, a vida começa a ter novamente o seu charme.
As coisas são novas e indecifráveis.
Brancas e vazias. E esta é a melhor fase.
Antes de entrar no estado seguinte, a euforia é constante.
Por fim, cortam-se os vasos. Pois demora por demais esperar que estes arrebentem-se sozinhos.